domingo, 24 de abril de 2011

teclas, pouco ruído

Já faz anos e minha barba cresceu. Mas aquela história ainda possui o frescor de uma conversa pós-cinema. Falo sobre como se tivesse sido há apenas três minutos. A memória não falha.

E continuo almoçando no mesmo lugar. Na mesma mesa, quando dá.

E não tenho medo de assistir ao mesmo filme.

E sua camisa marcada com seu perfume está envolta da cadeira em que me sento para escrever isso aqui.

E você nunca lerá. E nem quero que.

Melhor eu lavar o rosto.

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