domingo, 6 de janeiro de 2013

daquele ano tão triste

Noite de quase Natal. Ascendo luzes coloridas em volta da estante de livros. Tão acolhedor.
Luz baixa, mas multicor.
E escuto um disco do Chet Baker. Tão acolhedor.
Eu e a noite de sábado finalmente nos entendemos. Sinceramente, acho que foi ela que finalmente me entendeu.
Quando eu já nem fazia mais questão...
É como ouvir inesperadamente um solo de trompete numa música lenta.
As luzes piscam e eu me alegro com o efeito que elas causam.
Penso no ano que passou.
Fico com a parte boa.
Deixo a parte boa viva, piscando.
Já que a vida é um jazz.
Vive quem sabe improvisar...

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